vai fechar.
no ano em que atinge a maioridade o polémico, ou já não tanto, semanário vai deixar de sair para as bancas.
no início foi o jornal do MEC e do Portas quando ainda não andava nas andanças políticas. foi uma lufada de ar fresco no panorama na altura, sobretudo por andar contra a corrente governamental. dizem que iria concorrer com o Expresso. não sei se o chegou a fazer ou não. acho que ambas tinham o seu espaço. teve alguns, muitos, processos em tribunal devido às caixas polémicas que publicava. muitos dos escândalos políticos dos naos 90 foram denunciados pel’O Independente. desta última fase, confesso que não era leitora assídua. lembro-me, sobretudo, de o devorar nos tempos de faculdade para analisá-lo. cheguei a fazer um trabalho com a S.R. sobre a publicação. tivemos o prazer, marcante, de conhecer Helena Sanches Osório (que entretanto já nos deixou) e da qual recebemos sábios conselhos e algumas dicas para o futuro. lembraste do que ela nos disse acerca daquele número de telefone S.?
agora tudo acaba. é triste. fiquei com a mesma sensação de quando acabou O Se7e e a revista K. habituamo-nos a estarem ali nos quiosques à nossa disposição, levá-los para casa e ler, e agora... acho que ainda tenho alguns exemplares lá em casa dos meus pais. se não do jornal, pelo menos do destacável Vida, que guardava religiosamente por causa das crónicas do Miguel. vou ver. pelo menos posso matar saudades daquele jornal que sai amanhã, sexta-feira 01 de Setembro, pela última vez...

incompetências

por causa da incompetência de uma senhora funcionária de uma instituição bancária não sei quando recebo o ordenado...
desculpem lá, mas quem nos trata destas coisas mensalmente não devia ir de férias!

xixi fora do sítio

façam o que fizeram não façam xixi e espirrem ao mesmo tempo. garanto que não sai coisa boa. e tudo isto porque eu própria sofri na pele a experiência.
como tenho por hábito não me sentar em sanitas estranhas, ou seja, com as quais não tenho confiança na sua limpeza, faço como os homens, tento mijar de pé. mais agachada, menos agachada a coisa sempre correu bem. no entanto, há pouquito precisei de me ir aliviar e quando estava em pleno acto veio-me uma expulsão súbita e ruidosa de ar, vulgo espirro, e zás. pingas por todo o lado... a primeira reacção foi rir. a segunda verificar os estragos. como me encontro vestida com saias não houve males de maior. se estivesse com calças, provavelmente, estaria toda marcadita.
o chão, esse ficou molhado. perdigotos do espirro e não só... o que vale é que está calor e seca depressa...
atentem no conselho: há sitios em que os espirros são muito indesejados e nada bem vindos...

sapatinhos com história

estes sapatos acompanharam-me no período de graça da minha vida. calcorrearam comigo os nove meses de esperanças. ainda bem que era Verão quando os comprei, pois as "patinhas" alargaram e só assim me foram servindo...
ainda hoje continuam a ser usados e só posso dizer que são do mais confortável que existe, mas também acho que é da marca. ok foram caros. a Camper não é propriamente barata, mas a qualidade também se paga e compensa. depois tem sempre uns sapatinhos diferentes para dar mais cor à vida. gosto dos meus sapatos, prontos. Posted by Picasa

estes são fechados

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sapatinhos de Verão

sandalocas. chinelos e outros que tais para andar com o pé à mostra.
tenho de confessar que não gosto dos meus pés e até há uns poucos anos não usava nenhum tipo de sapato aberto que pudesse mostrar os dedinhos do pé. são complexos. mas passaram, felizmente. não há nada como andar com o pé ao vento! Posted by Picasa

o meu brinquedo novo



logo vou buscar o rolo. a ver vamos como correram as experiências...

momentos únicos ao som da bela


sábado.18:00. a caminho das janelas verdes. no rádio do carro tocava o cd da floribela. no banco de trás a M. e a A. cantavam as músicas que iam passando com o som a ser desviado para as colunas de trás (obrigado A. pela explicação, assim o tormento foi menor). no entanto, foi um espectáculo digno de ser visto. elas sabem de cor as letras e a melodia. uma tem seis, outra tem dois anos. são só mais duas crianças rendidas ao colorido da trama da infeliz flor que se apaixona por um "canastrão" (perdoem-me a expressão) que tem cinco ou seis irmãos à sua conta... uma espécie de música no coração dos tempos modernos, com uns laivos de cinderela e que está a ser um sucesso por terras lusas, depois de já ter passado pelo Brasil e Argentina. chamamem-lhe o que quiserem, pirosice ou bimbalhice. o que é certo é que elas se divertem a cantar e a dançar a coreografia! o que é certo é que tivemos momentos únicos de diversão durante aquela pequena viagem... os sacrificios que os adultos fazem em prol do deleite das miúdas.
o melhor do mundo são as criancinhas! e quando nos proporcionam momentos como aquele todos os sacrificios que façamos são poucos, pois a compensação é grande. pudessem todos os olhos inocentes deste mundo brilhar com o contentamento dos delas naqueles instantes...

quero + disto







o regresso das férias faz-me ficar sempre com neura...